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Res. No. 6-89 que aprueba e l Convenio Bdsico e n t r e e l Gobierno Dominican0 y
e l
Xnstituto
Xnteramericano
de
CooperaciSn
para
la
agricultura
sobre
relaciones Xnstitucionales y Privilegios e Inmunidades.
+.
EL CONGRESO NACIONAL
En Nombre de l a RepGblica
/
Res. No. 6-89
VETO: 10s incisos 14 y 19 d e l A r t . 37 d e l a Constituci6n de la RepGblica.
VISTO:
E l Convenio BQsico entre e l Gobierno de l a RepGblica Dominicana y
e l
I n s t i t u t o
Interamericano
de
Cooperacibn
para
l a Agricultura
sobre
Relaciones Institucionales y Privilegios e Inmunidades, suscrito en fechs 27
de agosto de 1987.
~
I
R E S U E L V E :
--------
.
UNICO:
APROBAR e l Convenio BQsico e n t r e e l Gobierno de l a RepGblica
Dorninicana y e l I n s t i t u t o Interamericano de Cooperacidn para la Agricultura
sobre Relaciones Institucionales y Privilegios e Inmunidades, s u s c r i t o e n t r e
e l Gobierno de la*.,RepGblica Dominicana debidamente representada por e l sefior
Fabio F. Herrera Cabral, Subsecretario Encargado de l a Secretarla d e Estado d e
Relaciones Exteriores,
de
UM
parte,
y,
de l a o t r a parte, e l I n s t i t u t o
Interamericano de CooperaciBn para la Agricultura y por delegacidn de poder de
su Director General, seiior Martln E.
Piiieiro y e l seiror Gilbert0 Pbez.
El
Xnstituto Interamericano de CooperaciBn para l a Agricultura (IICA) es un
Organismo
Internacional,
con
personalidad
jurfdica
iaternacional
plena,
c
especializado en agricultura, y, de conformidad con Carta de l a Organizacidn
de 10s Estados Americanos (OEA) est5 reconocido como Organismo Especializado
Xnteramericano.
Amparadas en este Acuerdo BQsico, ambas parte concertargn Acuerdo de
Cooperacidn
con
Instituciones
Nacionales
o
Internacionales,
PGblicas
o
Privadas,
especializadas
en disciplinas
conexas a
l a agricultura
y
a1
bienestar rural,
todo e l l o con e l propdsito de f o r t a l e c e r y f a c i l i t a r e l
desarrollo de las actividades que se llevan a cab0 en RepGblica Dorninicana;
que copiamos a l a letra dice as%:
-1 0-
ACUERDO BASIC0
ENTRE EL GOBIERNO DE REPUBLICA DOMINTCANA
Y EL INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERACION PARA LA AGRICULTURA
SOBRE RELACIONES INSTITUCIONALES Y PKIVJLEGJOS E INMUNTDADES
E l Gobierno de la RepGblica Dominicana, en adelante denominado Gobierno,
representado por e l Subsecretario Encargado d e l a S e c r e t a r l a d e Estado d e
Relaciones
Exteriores,
Seaor
Fabio
F.
Herrera
Cabral,
y e l
I n s t i t u t o
Interamericano de Cooperaci6n para l a Agricultura, en adelante denominado e l
I I C A o e l I n s t i t u t o , representado por su D i r e c t o r General,
D r .
Martln E.
Piiieiro quien delega expresamente l a f a c u l t a d de firmar en este a c t o , en s u
nornbre
y
r e p r e s e n t a c i h ,
en e l representante d e l
TJCA
en l a RepGblica
Dominicana, Doctor Gilbert0 PQez.
CONSIDERANDO:
Que
e l Gobierno
d e
l a RepGblica Dominicana
aprobd l a
Convencidn sobre e l Jnst i t u t o Tnteramericano de Ciencias Agricolas, a b i e r t a a
l a firma de 10s Estados Americanos e l 15 d e enero de 1944.
CONSIDERANDO:
Que e l Gobierno d e l a RepGblica Dominicana e l d i a 4 d e
marzo d e 1982 deposit6 su instrumento de r a t i f i c a c i 6 n respecto a la nueva
ConvenciSn sobre e l l n s t i t u t o ,
denominada
"Convenci6n
sobre e l l n s t i t u t o
Interamericano de Cooperaci6n para l a Agricultura", con e l f i n de v a r i a r l a
denominaci6n d e " I n s t i t u t o Jnteramericano de Ciencias Agricolas" por l a de
" I n s t i t u t o Interamericano de CooperaciSn para l a Agricultura", a1 m i s m o tiempo
que ampliar sus f i n e s y funciones y reformar s u e s t r u c t u r a bssica.
CONSIDERANDO: Que la nueva Convenci6n sobre e l l n s t i t u t o e n t r 6 en vigor
e l d i a 8 d e diciembre d e 1980, con l o c u a l se vino a reemplazar juridicamente
a la antigua Convencidn sobre e l J n s t i t u t o .
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CONSIDERANDO: Que d e conformidad con l o dispuesto por l a nueva Convencidn
sobre e l I n s t i t u t o , e l JICA goza en e l t e r r i t o r i o d e Los Estados Miembros de
personalidad j u r i d i c a y con su personal d e p r i v i l e g i o s e inmunidades para e l
e j e r c i c i o de sus funciones y r e a l i z a c i 6 n de sus prop6sitos, 10s que s e r h
determinados,
en un acuerdo m u l t i l a t e r a l o cuando se estime necesario, e n
acuerdos que e l I n s t i t u t o c e l e b r e b i l a t e r a l m e n t e con 10s Estados Miembros.
CONSIDERANDO: Que con fecha 9 d e . f e b r e r o de 1968, e l Gobierno s u s c r i b i d
con e l I n s t i t u t o Interamericano de Ciencias Agricolas un Acuerdo BQsico sobre
P r i v i l e g i o s e Inmunidades, r a t i f i c a d o mediante ResoluciBn No.297 d e fecha 1 9
d e abril de 1968, Gaceta O f i c i a l No.9078 d e l 20 d e a b r i l de 1968, a1 c u a l se
hace necesario reemplazar por o t r o de similar naturaleza conforme con las
d i s p o s i c i o n e s de la nueva Convencidn sobre e l Lnstituto.
CONSIDERANDO: Que e l Director General del I n s t i t u t o ha sido debidamente
autorizado por la Junta Interamericana de Agricultura, mediante ResoluciBn
I I C A / J I A /
Res.
24(II-E-82)
para negociar y s u s c r i b i r acuerdos b6sicos sobre
Privilegios e Inmunidades con 10s Estados Miembros, a1 amparo de l a nueva
ConvenciBn.
POR
LO
TANTO,
ACUERDAN
EL
PRESENTE
ACUERDO BASIC0 sobre Relaciones
Institucionales, Privilegios e Inmunidades p%;a e l I n s t i t u t o Interamericano de
CooperaciSn para la Agricultura y su personal, en 10s t6rminos siguientes:
CAPITULO I
PERSONALIDAD Y CAPACIDAD JURIDICA DEL INSTITUTO
ARTICULO I
E l I n s t i t u t o es un prganismo internacional regido por su Convencih,
formado por Estados Miembros,
de h b i t o interamericano,
con personalidad
juridica i n t e r k c i o n a l plena, especializado en agricultura, y, de conformidad
con l a Carta de l a OrganizaciSn de 10s Estados Americanos y su Protocolo d e
Buenos Aires, est5 reconocido como Organism0 Especializado Interamericano.
ARTICULO 2
E l Gobierno reconoce a1 I n s t i t u t o su personalidad juridica internacional
y todos 10s derechos, atribuciones y potestades que 6ste tiene conforme con su
ConvenciBn y sus reglamentos, y, ademgs, l o reconoce como e l sucesor juridic0
d e l I n t i t u t o Interamericano d*e Ciencias Agrlcolas para todos 10s efectos.
ARTICULO 3
E l I n s t i t u t o , de acuerdo con su car6cter de persona jurfdica, est5
facultado para,
a) Celebrar toda clase de contratos.
b) Poseer recursos financieros, bienes muebles, inmuebles, y semovientes,
c ) Comprar, vender, arrendar, mejorar o administrar todo t i p o de bienes,
d)
Entablar procediinientos judiciales
y
administrativos,
cuando as%
convenga a sus intereses, pudiendd renunciar a la inmunidad de juridiccicn de
que goza en RepGblica Dominicana en su calidad de organism0 internacional,
e ) Aceptar contribuciones especiales, herencias, legados y donaciones,
siempre y
cuando 6stos Sean compatibles con ' su naturaleza y prSpositos,
conforme. a las normas d e l I n s t i t u t o ' a l respecto.
-1 2-
ARTICULO 4
' E l I n s t i t u t o tiene su sede en San Jos15, Costa Rica,
la cual tiene
cargcter internacional y en ella funciona l a Oficina Central de l a DirecciSn
General de la i n s t i t u c i h .
ARTICULO 5
Para fortalecer y f a c i l i t a r e l desarrollo de las actividades que se
llevan a cab0 en RepGblica Dominicana e l I n s t i t u t o podrd celebrar acuerdos de
cooperaci6n
con
instituciones
nacionales
o
internacionales,
pGblicas
o
privadas, en disciplinas conexas con la agricultura y e l bienestar rural.
CAPITULO I1
DE LOS PRIVILEGIOS E INMUNI*DADES DEL INSTITUTO
ARTICULO 6
*
E l I n s t i t u t o , como Organism0 Xnternacional que es, gozard de todos 10s
privilegios e inmunidades otorgados por e l Gobierno a l a OrganizaciSn de 10s
Estados Americanos, de cualesquiera o t r o s que se concedan a o t r o s organismos
internacionales acreditados a l a RepGblica Dominicana y de aquellos previstos
en e l presente Acuerdo Bdsico.
ARTICULO 7
E l I n s t i t u t o , as2 como sus bienes y haberes, en cualquier parte y en
manos de cualquier persona, gozardn de inmunidad contra todo proceso j u d i c i a l ,
salvo en e l cas0 de que esta inmunidad expresamente se renuncie. Se entender5
que dicha renuncia no tendrd e l efecto de s u j e t a r 10s citados bienes y haberes
a ninguna medida de ejecuciiin.
ARTICULO 8
'*
Los locales, archivos y todos 10s documentos pertenecientes a1 I n s t i t u t o
ser6n
inviolables.
Estos,
sus
haberes
y
bienes,
donde
quiera
que
se
encuentren,
gozardn
de
inmunidad
contra
allanamiento,
requisiciGn,
confiscaciSn, expropiacian y cualquier o t r a forma de i n t e r v e n c i h , ya sea 6sta
de cardcter ejecutivo, administrativo, j u d i c i a l o legislativo.
ARTICULO 9
E l I n s t i t u t o , as? como sus activos, ingresos y o t r o s bienes estargn,
a) Exentos de toda clase de impuestos o contribuciones, presentes o
f uturas .
-1 3-
b) Exentos de derechos de aduana o cargos de efectos equivalentes y de
cualquier
o t r o
impuesto,
tasa,
c o n t r i b u c i h ,
prohibici6n
o
r e s t r i c c i 6 n
presente o futura respecto o a r t l c u l o s y vehlculos que se importen 0, exporten
para su us0 o f i c i a l . Los a r t l c u l o s y vehlculos que se importen para su us0
o f i c i a l podrdn venderse en e l pals, conforme a las condiciones establecidas
por e l Gobierno,
para las misiones diplom6ticas residentes,
s i n que e s t o s
casos se e x i j a la condicidn de reciprocidad.
c)
Exentos
de
derechos
de
aduana,
prohibiciones
y
restricciones,
presentes
o
futuras,
respecto a
l a
importaci6n
y
exportaci6n
de
sus
' publicaciones.
ARTICULO 10
Sin verse afectados por disposiciones f iscales, leyes, reglamentos o
moratorias de cualquier naturaleza:
a) E l Xnstituto podrh tener fondos en moneda extranjera y valores, asl
como l l e v a r sus cuentas en cualquier divisa,
b) E l Xnstituto tendrh libertad para t r a n s f e r i r sus fondos dentro y fuera
del pals, as'l como para convertir a cualquier o t r a divfsa o valor l a moneda
corriente que tenga en su poder.
'En e l e j e r c i c i o de e s t o s derechos, e l I n s t i t u t o prestarh la de.bida
atenci6n a toda recomendaci6n d e l Gobierno, siempre y cuando considere que l a
m i s m a
puede
ser
tomada
en
cuenta
s i n
detriment0
de
sus
i n t e r e s e s
interamericanos.
ARTICULO 11
E l I n s t i t u t o gozarh en RepGblica Dominicans de una t o t a l franquicia
postal y de un tratamiento favorable en sus comunicaciones o f i c i l e s , igual a1
otorgado a las misiones diplomzticas acreditadas en e l pa'ls, en l o referente a
prioridades, t a r i f a s , sobretarifas, tasas o impuestos para cartas, cables,
telex, telegramas, radiotelegramas, tel6fonos y o t r o s medios de comunicaci6n,
asl como en las t a r i f a s de prensa para materiales informativos destinados a la
publicidad por cualquier medio.
Ninguna mensura ser6 aplicada a la correspondencia u o t r a s comunicaciones
o f i c i a l e s d e l Instituto.
ARTICULO 1 2
E l I n s t i t u t o tendrs e l derecho de emplear c6digos, as5 como e l de
despachar y r e c i b i r correspondencia en v a l i j a s selladas, que gozardn de 10s
privilegios e inmunidades que se otorgan a las valijas diplombticas.
CAPITULO I11
DE LOS PRIVILEGIOS E INMUNIDADES DEL PERSOMAL
ARTICULO 13
E l Director General d e l I n s t i t u t o , desde e l momento de su e l e c c i h y
mientras dure su mandato, gozari respecto de 10s actos propios d e l e j e r c i c i o
de sus funciones, de todas las inmunidades y privilegios reconocidos a 10s
jefes de misiones diplomhticas, con rango de Embajador, acreditados ante el
Gobierno. Lo r e l a t i v o a exenciones y franquicias estarh regulado de acuerdo
con las reglamentaciones o regulaciones legales que establezca e l Gobierno
para organismos internacionales similares.
ARTICULO 14
E l Chyuge, h i j o s menores o dependientes del Director General, gozar5n de
las m i s m a s inmunidades y privilegios que l o s miembros de l a familia de 10s
j e f e s de misiones diplomgticas,
con las m i s m a s condiciones y
salvedades
establecidas
para
estos
en
l a
ConvenciBn
de
Viena
sobre
Relaciones
Diplomhticas y l a Costumbre Internacional.
ARTICULO 15
E l Subdirector General y 10s Subdirectores Generales Adjuntos y sus
respectivas familias gozarhn de 10s mismos privilegios e inmunidades de 10s
enviados agentes diplomiiticos y sus familias de acuerdo con la ConvenciBn de
Viena y l a Costumbre Internacional.
ARTICULO 1 6
E l Director de Area en sus v i s i t a s o f i c i a l e s a RepGblica Dorninicana
gozarS de 10s privilegios, facilidades e inmunidades que e l Gobierno concede a
j e f e s
diplomiiticos
de misidn
conforme
a
l a Convencidn
de
Viena
sobre
Relaciones Diplomhticas y l a Costumbre Internacional.
ARTICULO 17
E l personal del I n s t i t u t o gozar5 de inmunidad contra todo procedimiento
administrativo o
j u d i c i a l respecto de
10s actos que
ejecuten y
de las
expresiones orales o e s c r i t a s que emitan en e l desempeiio de sus funciones.
Ademds estar5 exento de todo t i p 0 de impuestos y contribuciones sobre 10s
sueldos y emolumentos pagados por e l i n s t i t u t o .
ARTICULO 18
Los miembros del Personal Profesional Intetnacional del I n s t i t u t o , que no
Sean de nacionalidad dominicana cuando deban permanecer en e l pais en razdn de
sps funciones:
a)
GozarBn
de inmunidad
contra
todo
servicio nacional de car6cter
obligat orio;
b) RecibirBn tanto e l l o s , como sus esposas y parientes de s u dependencia,
de todas las facilidades que se l e otorgan a 10s agentes diplom5ticas en
materia de inmigracidn y r e g i s t r o de extranjeros, y de repatriacidn en 6poca
de crisis internacional;
c) Gozargn, en l o que respecta a1 movimiento internacional de fondos,
franquicias y tratamiento idgntico a1 que d i s f r u t a n 10s agentes diplomhticos
acreditados a n t e e l Gobierno.
d) Podr6n importar y exportar mediante franquicia, l i b r e s de todo t i p 0 de
impuestos, e l menaje, equipaje y dem6s efectos necesarios que Sean de us0
personal
o
familiar,
10s cuales
estarhn
regulados
de
acuerdo
con las
reglamentaciones
o
regulaciones
legales que
establezca e l Gobierno para
organismos internacionales similares;
e ) Gozar6n de franquicia para importar, l i b r e de todo t i p 0 de impuestos,
vehlculos para su us0 particular,
de acuerdo con las reglamentaciones- o
regulaciones legales que establezca e l Gobierno para organism0 internacionales
similares;
f ) Podr6n exportar a1 tErmino de su misidn en e l pais, l i b r e de todo t i p 0
de impuesto, su menaje de casa, su equipaje personal y familiar y e l vehiculo
de su propiedad;
g ) Tendr6n derecho a portar, tanto e l l o s como su familia, e l respectivo
carnet que 10s identif ique como funcionarios internacionales acreditados en e l
pais.
ARTICULO 1 9
Los funcionarios d e l Znstitutc, de nacionalidad dominicana cuando deban
cumplir misiones o f i c i a l e s en e l exterior:
a ) Gozar6n de todo t i p 0 de facilidades migratorias semejantes a las
concebidas a 10s agentes diplombticos;
b) Cuando Sean transferidos para desempezar labores en o t r o pals, podr6n
exportar, l i b r e de todo impuesto, su menaje de casa y e l equipaje personal y
familiar;
c) A
su regreso d e f i n i t i v o a RepGblica Dominicana,
luego de haber
cumplido una Misidn en e l e x t e r i o r por mLs de un aso, con cargo profesional
y/o e jecutivo d i s f r u t a r 6 de las m i s m a s exenciones otorgadas a 10s funcionarios
diplomhticos dominicanos en 10s rnismos casos, conforme a las disposiciones
legales que le Sean aplicadas.
-1 6-
*I
d) Estardn exentos a 10s servicios de carhcter nacional obligatorio, no
obstante, e l Gobierno tomarh en cuenta las necesidades que e l I n s t i t u t o
mani f i e s t e.
ARTICULO 20
E l personal
d e l
I n s t i t u t o que
labora
permanentemente en RepGblica
Dominicana y que no forma parte d e l Personal Profesional Xnternacional, se
regirh conforme a l a legislaci6n laboral d e l pais.
ARTICULO 21'
.)
E l I n s t i t u t q comunicar6 a1 Gobierno, por intermedio d e l Representante de
l a Oficina d e l I I C A ,
debidamente autorizado, 10s nombres d e l personal a
quienes
correspondan
10s
privilegios
e
inmunidades
estipulados
en 10s
a r t i c u l o s anteriores.
CAPITULO 'Iv
INMUNIDADES Y PKIVILEGIOS DE LOS REPRESENTANTES DE LOS
ESTADOS MIEMBROS DEL INSTITUTO
ARTICULO 22
E l Gobierno reconocer6 a 10s representantes de 10s Estados Miembros d e l
I n s t i t u t o ,
durante
su
permanencia
en
e l
pais,
en
misi6n
o f i c i a l ,
inviolabilidad
de
todo
papel
o
documento,
inmunidades
contra
todo
procedimiento
administrativo
o
j u d i c i a l
relacionado
con
cualquier
acto
realizado en e l e j e r c i c i o de sus funciones, y las facilidades de v i a j e
enumeradas en e l Capltulo V siguiente, en l o que corresponda.
CAPITULO V
FACILIDADES DE VIAJE
ARTICULO 23
E l Gobierno reconoce' e l "Documento O f i c i a l de Viaje",
que expide la
Secretaria General de l a OrganizaciSn de 10s Estados Americanos como documento
vGlido suficiente
para 10s efectos de entrasda y salida d e l pais de 10s
funicionarios d e l Instituto.
ARTICULO 24
Las solicitudes de visa en 10s "Documentos Oficiales de Viaje" o en
pasaportes personales de 10s funcionarios d e l I n s t i t u t o y de sus familias,
cuando
Sean
solicitados
por Gste,
serdn
atendidos
por
las
autoridades
competentes d e l Gobierno, a l a mayor brevedad posible.
-1 7-
E l Gobierno tambign conceder6 facilidades para l a obtencidn de visa,
previa solicitud del Instituto, a las personas indicadas por e l m i s m o que
deban trasladarse a1 pais para realizar estudios, participar en reuniones,
conferencias, seminarios y o t r a s actividades de la institucidn.
ARTICULO 25
c
En
atencidn a l a finalidad del servicio, 10s viajes nacionales o
internacionles de 10s funcionarios d e l Instituto, en misidn o f i c i a l , as% como
10s de las personas que ingresen a1 pa’ls para participar en reuniones,
conferencias, seminarios u otras actividades del Instituto, no estar6n s u j e t a s
a1 pago de impuestos o de tasas de puertos, aeropuertos o embarque. Esta
disposici6n tambi6n alcanzar6 a 10s miembros de l a familia de 10s funcionarios
y personas mencionadas.
ARTICULO 26
I
Todos 10s funionarios d e l Institqto, y 10s familiares que vivan con
ellos, estar6n exentos de toda restriccidn de imnigracibn y de registro de
extranjeros y se les f a c i l i t a r g su ingreso, permanencia y salida d e l pais para
e l cumplimiento de sus funciones.
Esta disposicidn tambi6n cubrir6 a laa
personas que s i n ser funcionarios del Instituto, v i s i t e n e l pa’ls por encargo
de las ’autoridades de l a ipstitucibn,
con e l f i n
de r e a l i z a r tareas
relacionadas con las funciones del Instituto.
ARTICULO 27
Ninguna
de las
disposiciones anteriores excluye la aplicacidn de
reglamentos de salud o cuarentena.
CAPITULO V I
Los privilegios e inmunidades son concedidos a1 personal del I n s t i t u t o
para
salvaguardar su independencia
en e l e j e r c i c i o de
sus funciones y
exclusivamente en inter&
de la institucibn. Por consiguiente, e l Director
General
podr6
levantar la Inmunidad a
cualquier funcionario
o
delegar
expresamente tal facultad, cuando considere que est6 obstruyendo el curso de
l a j u s t i c i a y que l a renuncia no habr6 de perjudicar’ 10s intereses d e l
Inst i t u t 0 .
-1 8-
ARTICULO 29
E l I n s t i t u t o , cuando asl l o requiera e l Gobierno, cooperar6 con l a s
autoridades competentes d e l pals a f i n de facilitar la adecuada administracidn
de j u s t i c i a , v e l a r por e l cumplimiento. de las ordenanzas y reglamentos de
policia, t r k s i t o , sanidad y otros an6logos y e v i t a r cualquier abuso que se
produzca en relacidn con 10s privilegios e inmunidades mencionados en este
Acuerdo Bdsico.
ARTICULO 30
E l I n s t i t u t o tomard las medidas que Sean necesarias para l a solucibn
adecuada de,
a) Disputas que se originen en relacidn con contratos u o t r a s cuestiones
de derecho privado en que e l I n s t i t u t Q sea parte.
b)
Las disputas en que sea parte cualquier miembro de su personal
respecto de las cuales goce de inmunidad, en cas0 de que e l Director General
no haya renunciado a t a l inmunidad.
ARTICULO 31
E l Gobierno
conceder5 a1 I n s t i t u t o ,
a
su Oficina
para
RepGblica
Dominicana as5 como a s u personal,
10s beneficios mbs favorable, que en
materia de inmunidades, privilegios a prerrogativas, otorgue, en un futuro, a
o t r o s organismos internacionales o a1 personal de 10s mismos.
CAPITULO VI1
DE LA OFICINA DEL INSTITUTO EN REPUBLICA DOMINICANA
ARTICULO 32
E l I n s t i t u t o e jercerd sus funciones de cooperaci6n t6cnica para RepGblica
Dominicana por medio de s u Oficina en e l pais, con sede e n Santo Domingo,
RepGblica Dominicana.
La Oficina e s t a r g d i r i g i d a por un Representante, quien tendrd a su cargo,
por delegacidn d e l Director General, l a r e p r e s e n t a c i h l e g a l de l a Oficina.
ARTICULO 33
La Oficina cumplirQ con las funciones especlficas definidas por e l
presente Acuerdo BQsico, y con aquellas encargadas por e l Director General d e l
I n s t i t u t o , de conformidad con l o dispuesto por la ConvenciSn y Reglamentos de
la InstituciBn.
\
-1 9-
ARTICULO 34
La
Oficina
tendrs,
entre
otros,
como
funciones,
principales
las
siguientes:
a ) Representar a la Direccih General ante las autoridades dominicanas en
aquellos asuntos relacionados con sus funciones de cooperaci6n t6cnica y en
aquellos otros en que haya s.ido autorizado por l a primera;
b)
Impulsar,
orientar y coordinar l a s actividades y operaciones d e l
I n s t i t u t o en RepGblica Dominicana;
c) Mantener relaciones institucionales y de cooperacih t6cnica con e l
f i n de aunar esfuerzos para lograr un mayor
desenvolvimiento econ6mico,
social, educacional, c i e n t i f i c o y tecnolSgico del pais;
d) Brindar cooperaci6n t6cnica para l a elaboraci6n y e l desarrollo de
proyectos y colaborar en la biisqueda de fuentes de financiamiento para 10s
m i smo s ;
e) Estimular y desarrollar las relaciones de cooperacibn y coordinacih
con otros organismos internacionales acredictados en e l pals, que posean
objetivos concordantes.
ARTICULO 35
E l Gobierno proporcionarh adecuadas facilidades f isicas a la of icina d e l
I I C A en Repdblica Dominicana, incluyendo 10s servicios' piiblicos necesarios.
ARTICULO 36
E l Gobierno reconoce a la oficina d e l IICA en RepGblica Dominicana y a su
personal, 10s mismos privilegios e inmunidades concedidos a1 I n s t i t u t o y a su
personal.
ARTICULO 37
Los proyectos y actividades del I n s t i t u t o en RepGblica Dominicana se
desarrollaran
conforme
a
resoluciones
de
la
Junta
Interamericana
de
Agricultura y s e r h financiados con recursos provenientes de las cuotas de 10s
Estados Miembros establecfdas por l a Junta o bien con recursos provenientes de
o t r a s fuentes, conforme a las regulaciones del I n s t i t u t o existentes en la
materia.
ARTICULO 38
I '*
E l Gobierno podrh asignar recursos financieros en 10s presupuestos de sus
organismos pGblicos centralizados o descentralizados para ser transf eridos a1
IICA para su administraci6n en l a ejecuci6n de proyectos y actividades
previamente concertados y mediante acuerdos especificos.
ARTICULO 39
Con 'base en e l presente Acuerdo, e l Gobierno y e l IICA seleccionarh, en
forma concertada,
las iireas de concentracih de las acciones d e l IICA en
RepGblica Dominicana. Estas responderbn a prioridades nacionales seflaladas por
e l Gobierno y estarbn enmarcadas dentro de 10s Programas d e l IICA aprobados
por l a Junta Interamericana de Agricultura.
CAPITULO V I 1 1
Disposiciohes Finales
ARTICULO 40
U
Las dudas o contraversias referentes a la interpretaci6n o aplicaci6n d e l
presente Acuerdo, que no puedan ser dirimidas por entendendimiento entre las
Partes Contratantes, serbn sometidas a a r b i t r a j e a solicitud de cualquiera d e
ellas, cuyo procedimiento serS decidido de comGn acuerdo. En cas0 de que la
contraversia persista, Serb sometida a la Corte Internacional de Justicia.
ARTICULO 41
Y
Las
Partes
Contratankes,
de
mutuo
acuerdo,
podriin
introducir
modificaciones o suscribir protocolos o acuerdos derivados d e l presente
Acuerdo
Bbsico,
10s cuales
entrarbn en
vigencia
de
acuerdo
con las
disposiciones constitucionales vigentes de RepGblica Dominicana, la ConvenciBn
sobre e l Xnstituto y las resoluciones a1 repecto aprobadas por la' Junta
Interamericana de Agricultura.
ARTICULO 42
Con e l objeto de lograr una Bptima comunicacibn, para la realizaci6n de
proyectos, programas y dem5:s actividades de participacidn conjunta, las Partes
Contratant'es -se cbmpr5meten- a #establecer un mecanismo de enlance'- entre el
-
- - - - * - -
Gobierno y l a Direcci6n General d e l Instituto.
*
ARTICULO 43
E l presente Acuerdo, entrarii en vigor una vez ratificado de conformidad
con 10s procedimientos constitucionales de RepGblica Dominicana.
Dejarii s i n efecto e l Acuerdo S s i c o entre e l Gobierno de RepGblica
Dominicana y el I n t i t u t o Xnteramericano de Ciencias Agricolas de la OEA eobre
Privilegios e Inmunidades d e l I m t i t u t o .
ABTICULO 44
E l preeente Acuerdo Bgsico,
tendrg duraci6n indefinida, per0 podr6 ser
denunciado
en
cualquier
momento,
mediante
'comunicaci6n
escrita
por
cualesquiera de las Partes Contratantes. La denuncia s u r t i r 6 e f e c t o seis meses
despG6s de l a fecha de recibo de su notificaci6n a l a o t r a Parte.
EN FE DE
LO ANTERIOR, 10s representantes a r r i b a indicados, debidamente
autorizados para hacerlo, firman e l presente Acuerdo BLsico, en dos textos
igualmente aut6nticos en idioma espaiiol, en la ciudad de Santo Domingo de
Guzmgn, Capital de l a RepGblica Dominicana, a 10s v e i n t i s i e t e (27) dias d e l
mes de agosto d e l aiio m i l novecientos ochenta y siete (1987).,
POR EL GOBIERNO DE LA
REPUBLICA DOMINICANA
POR EL INTITUTO INTERAMERICANO DE
COOPERACION PARA LA AGRICULTURA
Y POR DELEGACION DE PODER DE SU
DIRECTOR GENERAL, SR. MARTIN E. PIREIRO,
GILBERT0 PAEZ
Representante en l a RepGblica Dominicana
FABIO F. HERRERA CABRAL
Subsecretario Encargado de
l a Secretarfa de Estado
de Relaciones Exteriores
DADA en la Sala de Sesiones del Senado, Palacio d e l Congreso Nacional, en
Santo
Domingo
de
Guzm6n,
D i s t r i t o
Nacional,
CapYtal
de
l a RepGblica
Dominicana,
a 10s veinticinco (25) d l a s d e l m e s de agosto d e l ail0
m i l
novecientos ochenta y
ocho;
ail0 145O de l a Independencia y 126O de l a
Re s t aurac i6n.
Francisco A. Ortega Canela
President e
Juan Jos6 Mesa Medina
Secretario
Messin SarFaff Eder
Secretario Ad-Hoc
DADA en l a Sala de Sesiones de la C5mara d e Diputados,
Palacio d e l
Congreso Nacional, en Santo Domingo de Guzmsn, D i s t r i t o Nacional, Capital d e
l a Repbblica Dominicana a 10s veintiocho (28) dXas d e l mes de febrero d e l aflo
m i l novecientos ochenta y nueve; afio 146O de la Independencia y 126O de la
R e s tau rac i6n.
Luis José González Sánchez
Presidente
Ricardo Lespín de la Cruz
Secretario
César Fco. Féliz Féliz
Secretario
JOAQUIN BALAGUER
Presidente de la República Dominicana
En ejercicio de las atribuciones que me confiere el Artículo 55 de la Constitución de la República.
PROMULGO la presente Resolución y mando que sea publicada en la Gaceta Oficial, para su conocimiento y cumplimiento.
DADA en Santo Domingo de Guzmán, Distrito Nacional, Capital de la República Dominicana, a los catorce (14) días del mes de abril del año mil novecientos ochenta y nueve; año 146° de la Independencia y 126° de la Restauración.
JOAQUIN BALAGUER
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